[Cultura] Peça “Galileu Galilei”

No dia 04/03/2013 a Faculdade de Economia recebeu os artistas do grupo de teatro Tá na Rua, do Rio de Janeiro, que apresentaram uma adaptação da peça “Galileu Galilei”, escrita originalmente pelo alemão Bertold Brecht entre 1937 e 1938.

Na peça, os atores revivem o percurso do “pai da ciência” de forma atual e extrovertida, recriando os contrastes entre ciência e moral para além dos dilemas vividos pelo italiano. Durante o espetáculo, encenado ao ar livre na escadaria principal da faculdade, estudantes, professores e até pedestres eram provocados a participar do show, que incorporava espontaneamente desde as palmas da plateia até o barulho ensurdecedor dos ônibus da Rua Tiradentes.

O teatro teve como objetivo surpreender o público, buscando debater com bom humor as fronteiras do cientista e do homem e em que ponto o conhecimento se defronta com seu contexto sociopolítico. O evento foi muito bem acolhido por estudantes e professores, o que certamente reitera a importância de iniciativas como esta.

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Ipea

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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) é uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Suas atividades de pesquisa fornecem suporte técnico e institucional às ações governamentais para a formulação e reformulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros. Continuar a ler

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[Palestra] – “Gastos Públicos em Saúde” com Isabela Soares

Isabela Soares - Gastos Públicos em Saúde

Hoje, com muito prazer, recebemos na Faculdade de Economia da UFF, Isabela Soares, graduada em Ciências Sociais na USP e Doutora em saúde pública pela Fiocruz, para uma palestra incrível sobre “Gastos Públicos em Saúde”.

Gostaríamos de agradecer à todos que compareceram para prestigiar o evento e, especialmente, à Isabela pela disponibilidade e por toda essa simpatia.

Copom

Definição e Histórico

O Comitê de Política Monetária (Copom) foi instituído em 20 de junho de 1996, com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e de definir a taxa de juros.
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FMI

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O FMI é uma organização presente em 184 países, trabalhando para fomentar a cooperação monetária global, garantindo a estabilidade financeira, facilitando o comércio internacional, promovendo o pleno emprego e o crescimento sutentável da economia juntamente com redução da pobreza. Continuar a ler

IBGE

IBGE

Principais Funções

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE se constitui no principal provedor de dados e informações do país, que atendem às necessidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil, bem como dos órgãos das esferas governamentais federal, estadual e municipal. Continuar a ler

BALANÇA COMERCIAL – 2º TRIMESTRE DE 2012

Luhan Martins Reigoto

O segundo trimestre de 2012 apresentou, em geral, dois movimentos distintos, um crescimento frente ao primeiro trimestre de 2012 e uma queda se comparado ao segundo trimestre de 2011.

O saldo da balança comercial do segundo trimestre do ano corrente, que foi de US$ 4,6 bi, apresentou crescimento de 91,26% em relação aos três meses anteriores, mas se colocado lado a lado com os mesmos meses de 2011, sofreu uma queda de 52,74%. (Vide gráfico 1)

As exportações também seguiram o mesmo padrão, porém com proporções diferentes, totalizando US$ 62,1 bi no segundo trimestre de 2012, ampliando-se 12,81% frente ao trimestre imediatamente anterior e sofrendo redução de 7,36% contra o segundo trimestre do ano passado. (Vide gráfico 1)

As importações contrariaram levemente essa tendência, pois mostraram um crescimento mínimo na equiparação ao segundo trimestre de 2011, elas contabilizaram US$ 57,5 bi no acumulado dos meses de abril, maio e junho de 2012, com variações positivas de 9,19% e 0,41% na comparação com o primeiro trimestre do ano corrente e com o segundo trimestre do ano anterior respectivamente. (Vide gráfico 1)

A corrente de comércio, mantendo a tendência, somou US$ 119,6 bi no segundo trimestre de 2012, variando 11,04% frente ao trimestre anterior e caindo 3,78% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. (Vide gráfico 1)

Gráfico 1

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Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração própria.

EXPORTAÇÕES

As exportações, detalhadas por fator agregado realçam a tendência de crescimento frente ao primeiro trimestre de 2012 e redução frente ao segundo trimestre de 2011.

As exportações de produtos básicos representaram US$ 31,3 bi, mostrando crescimento de 27,47% na comparação com trimestre anterior e redução de 6,63% para o mesmo trimestre do ano anterior. (Vide gráfico 2)

As exportações de produtos manufaturados somaram US$ 21,8 bi, ampliando-se em 1,08% se relacionado ao primeiro trimestre de 2012 e regredindo 7,44% se relacionado ao segundo trimestre de 2011. (Vide gráfico 2)

As exportações de produtos semimanufaturados totalizaram US$ 7,6 bi, evoluindo 0,29% frente aos três meses anteriores de 2012 e uma retração de 16,05% frente ao segundo trimestre do ano passado. (Vide gráfico 2)

As transações especiais registraram US$ 1,5 bi, com crescimento de 4,05% em relação ao acumulado dos meses de janeiro, fevereiro e março de 2012 e redução de 1,28% em relação ao acumulado dos meses de abril, maio e junho de 2011. (Vide gráfico 2)

Gráfico 2

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Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração própria.

As tabelas a seguir detalham melhor os principais produtos exportados pelo Brasil e seus principais países compradores. (Vide tabelas 1 e 2)

Tabela 1

Exportações – Fator agregado

2º tri/2012

Variação

Variação

Variação

US$ (FOB)

US$

Kg

US$/t

PRODUTOS BÁSICOS

Soja mesmo triturada

8.699.981.418

20,70%

10,76%

8,74%

Minérios de ferro e seus concentrados

8.067.779.218

-21,08%

2,13%

-22,67%

Óleos brutos de petróleo

5.095.944.957

-14,99%

-18,26%

3,46%

Carne de frango congelada

1.688.652.868

-7,92%

2,36%

-10,07%

Farelos e resíduos da extração de óleo de soja

1.675.005.609

-6,67%

-11,05%

4,38%

PRODUTOS MANUFATURADOS

Óleos combustíveis

1.343.823.723

17,70%

16,61%

0,74%

Aviões

1.246.701.857

56,65%

63,15%

-4,78%

Partes e peças para veículos automotores e tratores

933.889.696

-11,17%

-11,62%

0,66%

Automóveis de passageiros

932.561.491

-10,41%

-15,29%

6,02%

Máquinas e aparelhos para terraplanagem, perfuração, etc

595.534.125

6,03%

1,62%

4,14%

 PRODUTOS SEMIMANUFATURADOS

Açúcar de cana em bruto

1.680.626.925

-31,83%

-28,95%

-3,94%

Pastas químicas de madeira

1.132.095.694

-5,78%

2,12%

-7,73%

Produtos semimanufaturados de ferro ou aços

1.077.198.463

-17,37%

-4,33%

-13,30%

Ferro-ligas

742.765.288

12,36%

22,84%

-8,10%

Óleo de soja em bruto

671.037.281

32,77%

37,12%

-3,49%

Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração própria.

Tabela 2

Exportações – Países e produtos – (FOB) – US$

2º tri/2012

Variação

CHINA

13.265.735.656

2,78%

Soja mesmo triturada

6.654.546.732

30,83%

Minérios de ferro e seus concentrados

3.564.022.892

-26,89%

Óleos brutos de petróleo

1.158.981.270

-19,31%

ESTADOS UNIDOS

6.796.941.214

0,23%

Óleos brutos de petróleo

1.759.467.719

2,19%

Produtos semimanufaturados de ferro ou aços

456.145.558

-15,52%

Ferro fundido bruto e ferro “spiegel”

221.399.493

-34,26%

ARGENTINA

4.275.993.919

-24,54%

Automóveis de passageiros

772.674.967

-8,41%

Partes e peças para veículos automotores e tratores

451.603.464

-26,16%

Veículos de carga

224.567.608

-35,25%

PAÍSES BAIXOS

3.626.614.666

-4,17%

Óleos combustíveis

473.339.543

148,56%

Minério de ferro e seus concentrados

465.760.417

-37,41%

Farelo e resíduos da extração de óleo de soja

455.808.093

-7,88%

ALEMANHA

1.856.210.426

-19,55%

Café cru em grãos

246.785.683

-37,19%

Minério de ferro e seus concentrados

230.241.042

-26,69%

Farelo e resíduos da extração de óleo de soja

162.524.922

-17,43%

Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração própria.

 

IMPORTAÇÕES

            As importações, diferentemente do saldo da balança comercial e das exportações, não apresentaram a mesma tendência dos seus antecessores, pois tiveram comportamento mais heterogêneo. Mesclando queda e crescimento frente ao primeiro trimestre de 2012, como também ao segundo de 2011.

As importações de bens de capital somaram US$ 12,5 bi no segundo trimestre de 2012, com evolução de 8,60% na comparação com o trimestre anterior e de 3,81% para o mesmo período do ano anterior. (Vide gráfico 3)

As importações de bens de consumo duráveis representaram US$ 5,4 bi no segundo trimestre do ano atual, com quedas de 1,70% e 7,34% em relação ao primeiro trimestre de 2012 e ao segundo de 2011, respectivamente. (Vide gráfico 3)

As importações de bens de consumo não duráveis totalizaram US$ 3,9 bi no acumulado dos meses de abril, maio e junho de 2012, apresentando redução de 11,55% frente aos três meses anteriores e um crescimento de 4,27% para os mesmos meses do ano anterior. (Vide gráfico 3)

As importações de combustíveis e lubrificantes contabilizaram US$ 10,9 bi no segundo trimestre do ano corrente e teve resultados positivos se analisados com o primeiro de 2012 e o segundo de 2011, que foram 37,57% e 11,75%, respectivamente. (Vide gráfico 3)

As importações de matérias-primas e produtos intermediários foram US$ 24,8 bi no segundo trimestre de 2012, com ampliação de 6,39% frente ao trimestre imediatamente anterior, e redução de 4,27% para o mesmo trimestre de 2011. (Vide gráfico 3)

Gráfico 3

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Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração própria.

As tabelas abaixo deixam mais claro os principais produtos importados pelo Brasil e seus países de origem. (Vide tabelas 3 e 4)

Tabela 3

Importações – Categorias de uso – (FOB) – US$

2º tri/2012

Variação

BENS DE CAPITAL

Maquinaria industrial

4.285.394.455

3,64%

Maquinas e aparelhos de escritório, serviço científico

2.034.303.409

4,62%

Partes e peças para bens de capital para indústria

1.730.720.233

-0,03%

Equipamento móvel de transporte

1.643.600.427

31,77%

Acessórios maquinaria industrial

818.888.525

-1,59%

BENS DE CONSUMO DURÁVEIS

Veículos automóveis de passageiros

2.511.532.848

-18,51%

Máquinas e aparelhos de uso doméstico

1.186.656.088

1,32%

Objetos de adorno, uso pessoal e outros

954.452.084

11,24%

Partes e peças para bens de consumo duráveis

296.125.299

7,73%

Móveis e outros equipamentos para casa

247.563.617

6,17%

BENS DE CONSUMO NÃO DURÁVEIS

Produtos farmacêuticos

1.386.673.015

6,26%

Produtos alimentícios

1.064.699.796

-5,51%

Vestuário e outras confecções têxteis

496.564.450

21,00%

Produtos de toucador

243.151.463

-1,28%

Bebidas e tabacos

141.377.235

5,63%

MATÉRIAS-PRIMAS E PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS

Produtos químicos e farmacêuticos

6.784.916.223

-2,51%

Produtos minerais

5.157.132.760

-3,42%

Acessórios de equipamentos de transporte

3.529.867.499

2,11%

Produtos intermediários – partes e peças

3.354.765.035

2,79%

Outras matérias-primas para agricultura

2.148.733.681

-21,40%

Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração própria.

Tabela 4

Importações – países e produtos – (FOB) -US$

2º tri/2012

Variação

ESTADOS UNIDOS

8.325.460.856

-2,74%

Óleos combustíveis

731.904.842

60,53%

Motores e turbinas para aviação e suas partes

485.567.184

19,94%

Hulhas, mesmo em pó, mas não aglomeradas

343.545.729

-28,27%

CHINA

7.874.114.647

4,24%

Partes de aparelhos transmissores ou receptores

455.132.367

13,30%

Partes e acessórios de máquinas automáticas para processamento de dados

428.872.906

57,94%

Máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades

350.513.845

6,64%

ARGENTINA

3.771.531.244

-11,96%

Automóveis de passageiros

812.928.955

-26,58%

Veículos de carga

501.973.338

43,31%

Trigo em grãos

345.487.157

-13,86%

ALEMANHA

3.741.375.783

-4,63%

Medicamentos para medicina humana e veterinária

270.796.075

-0,49%

Cloreto de potássio

213.381.414

64,13%

Partes e peças para veículos automotores e tratores

150.743.361

-21,17%

CORÉIA DO SUL

2.471.150.542

-10,26%

Automóveis de passageiros

368.597.848

-36,01%

Partes de aparelhos transmissores ou receptores

315.250.154

3,39%

Circuitos integrados e micro conjuntos eletrônicos

175.773.081

1,16%

Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração própria.

A tabela a seguir, faz uma relação das importações via preços e quantidade, por isso, está aberta por fator agregado.

Tabela 5

Importações – Fator agregado

2º tri/2012

Variação

Variação

Variação

US$ (FOB)

US$

Kg

US$/t

PRODUTOS BÁSICOS

8.272.147.742

-7,38%

-5,44%

Petróleo em bruto

4.525.050.770

3,07%

3,19%

0,03%

Gás natural

936.939.180

58,08%

17,46%

34,12%

Hulas, mesmo em pó, não aglomeradas

682.976.634

-31,17%

-23,23%

-10,24%

PRODUTOS MANUFATURADOS

46.977.952.515

2,49%

-1,01%

Automóveis de passageiros

2.298.279.084

-20,32%

-22,34%

2,59%

Óleos combustíveis

2.293.900.359

20,40%

14,81%

3,89%

Naftas

1.751.603.315

32,25%

25,59%

3,82%

PRODUTOS SEMIMANUFATURADOS

2.243.633.196

-9,84%

-25,29%

Cloreto de potássio

806.275.429

-18,28%

-30,90%

18,31%

Catodos de cobre e seus elementos

526.771.217

-8,61%

2,68%

-11,18%

Borracha sintética e borracha artificial

214.677.265

21,22%

7,88%

12,22%

Fonte: MDIC/SECEX. Elaboração própria.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TAXA DE CÂMBIO

            A taxa de câmbio média do segundo trimestre de 2012 foi de R$/US$ 1,96. Taxa que apresentou crescimento de 11,06% frente ao primeiro trimestre de 2012, cuja taxa de câmbio foi de R$/US$ 1,77. E na comparação com o segundo trimestre do ano passado, mostrou ampliação de 23,07%, cuja cotação era R$/US$ 1,60. (Vide gráfico 4)

Gráfico 4

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Fonte: BCB. Elaboração própria.



[Palestra] “Rentabilidade, acumulação de capital e crescimento econômico: Uma análise marxista” com Juan Pablo Mateo

Palestra com Juan Pablo Mateo

Hoje, dia 17/12/2012 recebemos na Faculdade de Economia, Juan Pablo Mateo, Doutor pela UCM – Universidad Complutense de Madri e Professor da Universidad Pontificia Comillas, que ministrou uma palestra com o tema:

“Rentabilidade, acumulação de capital e crescimento econômico: Uma análise marxista”

Nós do PET, gostaríamos de agradecer a todos que compareceram para prestigiar o encontro, e em especial ressaltar a ilustre presença dos professores Marcelo Carcanholo e Lérida Povoleri.

Muito obrigado e até a próxima!